quinta-feira, 23 de junho de 2011

E o nome do bruxo não hei de pronunciar, pois ele lançou sobre mim um encanto e agora, amaldiçoado sou.
E minhas memórias são só fragmentos, um vaso quebrado em suas partes sem ordem.
Mas eu ainda sinto a expansão dessa corrupção. Logo, o sangue e o coração se tornarão incompatíveis. Haverá fossos sob nossos pés e nossas mães esquecerão de nossos rostos. Ficaremos mudos, surdos, mas infelizmente não... não cegos.
E este será nosso castigo; ver o que nunca fomos capazes de imaginar. Negra nuvem alada que se aproxima cobrindo sol e lua.

E quando todas as luzes forem apagadas...
E quando todo som for extinto...

Então será só o principio;

[...] Mas eu não lembro, eu não consigo, eu não sei a sequencia.
Vejo o terror dessas imagens e vou viver para sentir a fúria do universo sobre nossas escolhas tolas, por nossos sentimentos hipocritas, um grande fim;

Um mal maior está vindo.

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