Quando pálida e gélida luz matutina tocou minha face, por alguns instantes ainda deliciada fiquei por aquele sonho. Palavras e sorrisos que libertaram meu coração e, posso sentir agora, meu espirito bem mais leve... tão leve.
E pela primeira vez, após longas noites, posso reportar de mim, por mim mesma, um sentimento que, ainda remanescente, já me é confiado. Um amor para um ser vivente em ódio e mudez. Por amar alguem, para amar alguens.
E nunca vivi um coração tão pequeno por fazer minha vontade sobre o amor de meus pais e por mais, ouvir-lhes dizer: "-Voce ama machucar as pessoas que gostam de voce."
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