terça-feira, 21 de junho de 2011

Perder toda a bondade
abrir os olhos à  meia noite
Visualizar seus olhos diabólicos.
Não por mim, eu não fico
Voce me acorda sempre, toda noite
No mesmo tempo, na mesma hora em ponto
E me dá sonhos
Eu nem me dou ao luxo de temer.
Eu me bloqueio
Voce me entra pelos ouvidos
Pela minha pele
E deixa marcas no meu corpo.
Estou doente.
O vejo como és...
E o amo!
O sangue, a dor, o fogo, as trevas
Tudo o que é profano.
Mas eu ainda tenho algum medo
Porém, não sei porque ofereço
Minha alma à Satã
E não peço nada em troca.

E eu estou feliz agora.

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